26 agosto 2014

100 anos, uma história, uma vida


















26 de agosto de 2014.

São 100 anos. De história, de lutas, de glórias. De vitórias extasiantes, de tardes e noites para lavar a alma, de decepções avassaladoras. De jornadas épicas, de arrancadas heroicas, de capitulações que tanta dor trouxeram. De gols que me deixaram sem voz por uma semana, de reações forjadas no canto de uma torcida apaixonada, de injustiças que nos perseguem por anos a fio. De clássicos em um domingo ensolarado, de viagens Brasil afora, de quartas-feiras chuvosas para poucos e bons. De Evair aos tantos jogadores esquecíveis, de inimigos valorosos a rivais insignificantes, da conquista da América ao calvário da Série B.

100 anos. De dignidade, união e glórias.

Um século. De muitos “Aqui é Palmeiras, gambá sujo”, de noites mal dormidas em um canto qualquer de aeroportos mil por toda a América, de caminhadas intermináveis na madrugada carregando nas costas uma derrota acachapante. De superações que só mesmo pela torcida, de Metrôs, trens e ônibus que tantas boas lembranças deixaram, de uma via Dutra cujos 400 km pareciam se multiplicar depois de derrotas em solo carioca. Das reuniões pré-clássico, da disputa por território na Roberto Gomes Pedrosa, do estrondo insuportável após um gol inimigo. De caminhadas que compartilhei com tantos guerreiros de alma verde, dos enquadros na Vila Mariana, dos confrontos que não houve como evitar. Das caravanas que duravam um dia, da longa espera para deixar estádios onde não éramos bem-vindos, das noites sem dormir em filas para comprar ingresso. Do olhar perplexo de civis a acompanhar 2.000 guerreiros marchando rumo ao clássico, do se sentir respeitado por torcidas de outros estados, dos vexames bem longe de casa.

Dez décadas. Algumas gloriosas, outras de penúria, ao menos uma perdida. Do êxtase que só se vive quando se faz parte de uma multidão que canta e vibra, da garganta arranhada pelo gosto e pelo cheiro da fumaça verde que tantas vezes tomou conta do Jardim Suspenso, da ardência nos olhos ao menor contato com as bombas dos bravos, valorosos e destemidos homens do 2º BP Choque. De chuva, de frio, de calores prudentinos. De quase dois mil posts em 11 anos de blog, das discussões com gente que eu nem conheço, da fortuna que já investi nessa paixão. Do “au, au, au, Edmundo é Animal” que irrompia de nossas gargantas, de São Marcos a nos abençoar a partir de solo sagrado, das ofensas uníssonas a vagabundos os mais diversos que ousaram nos enfrentar. Do gol do placar, do gol da piscina, do gás no vestiário bambi. Do reconhecimento a monstros sagrados de nossa história, dos pobres coitados defenestrados por uma torcida que é tão exigente quanto devotada, de todos os malditos árbitros.

Uma vida inteira de Palmeiras. De suados 1-0, de goleadas incontestáveis, de fracassos retumbantes. De noites felipônicas, de viradas nos minutos finais, de jogos esvaziados e de pouco valor. De um Palmeiras 1-0 Coritiba que, pavoroso para os de fora, adquire contornos épicos para os que lutamos a partir da arquibancada. De voos chegando quase na hora do jogo em cidades distantes, de aeroportos fechados na manhã seguinte, do não saber o que fazer após uma dura eliminação de Libertadores na fria madrugada de Montevideo. Das barraquinhas de pernil antes do jogo, do cheiro de amendoim molhado nas frestas da arquibancada, da provocação aos rivais nos tempos em que havia apenas uma corda a nos separar. Dos bandeirões da Mancha, das faixas que sempre impuseram respeito, das pedras e objetos outros atirados em nossa direção. De pós-jogos na Papa Genovese, de longas esperas por um ônibus no ponto da Venâncio Aires, de confrontos com a PM.

A vida pelo Palmeiras. A Mancha Verde, o Dissidenti, o saudoso Bonde Boulevard. A Turiassu, a Caraíbas, a Matarazzo. Os Lapas H e T, o Pompéia 478P, o Perdizes. O Vila Monumento 407M, o Metrô Ana Rosa, a Barra Funda. A rampa visitante do Jd. Leonor, o setor lilás do Pacaembu, o portão 21 do amontoado de laje da Baixada. O Canindé, as despedidas do Olímpico, o Couto Pereira entre um 0-6 vergonhoso e um título épico. O Maracanã, o Mineirão, o Centenario. A Arena Barueri e até mesmo Prudente/MS. De arenas multiuso a estádios que nem existem mais, de gigantes de concreto a barrancos interioranos. Os amigos, os ídolos, os inimigos.

100 anos.

Sim, passa um filme pela cabeça. É inevitável. Um filme de tantas nuances, de tantas cores, de um roteiro que soaria inacreditável nos dias de Ragognetti, Cervo, Marzo e Simone.

Neste filme, o meu, há Palmeiras em tudo.

A este gigante agora centenário devo muito do que sou hoje. Se foram meus pais que me prepararam para encarar a vida, foi com o Palmeiras, em tantas e tantas inesquecíveis jornadas, que ela se apresentou tal como é. Ao Alviverde Imponente devo os momentos mais grandiosos (para o bem e para o mal) que tive neste meu terço de século. Se vivi apenas 33 destes 100 que hoje se devem comemorar como se não houvesse amanhã, sinto como se os outros dois terços tivessem se incorporado à minha história de vida por influência dos antepassados que me transmitiram a melhor herança que eu poderia receber: a palestrinidade.

Porque o Palmeiras forjou o meu caráter, ensinou as maiores lições que eu poderia ter, me deu consciência de mundo. Se sou jornalista hoje, devo isto ao Palmeiras. Devo a ele não apenas o curso que escolhi, mas também a faculdade, a boa e velha Cásper Líbero, no coração da Paulista e a 15 minutos de ônibus do Palestra – e foram quatro anos, não me perguntem como, em que estudei à noite sem deixar de ir um jogo sequer.

Do Palmeiras empresto meus valores mais arraigados, minhas convicções políticas e todo o meu ideário para ser uma pessoa melhor. Por segui-lo a todos os lados e em quaisquer condições, convivi com palmeirenses de todos os tipos, cores, credos, origens, opções e classes sociais. Do doutor ao mendigo, do juiz ao delinquente, do presidente de empresa ao mais humilde operário. Minha visão de mundo tem muito a ver com o Palestra ítalo-brasileiro e popular que a todos abraçou, sem fazer distinção.

O Alviverde também me ensinou a ser tolerante em muitos aspectos, ficando toda a intolerância reservada àquilo que o envolve.

Foi o gigante Campeão do Século, enfim, que conferiu a mim muitos dos princípios que me são tão caros. É por ele que eu sou obstinado, é ele que me faz extrapolar os limites, é ele que me faz lutar, não desistir, resistir.

Imponente que ele só, o clube dos italianinhos do início do século XX me ensinou a lutar pelas vitórias até as últimas consequências e a encarar de cabeça erguida as derrotas. O Palmeiras legado pelos oriundi ensinou que as vitórias não vêm sem esforço e que mesmo todo o empenho do mundo pode não ser o bastante. Por lutar esses anos todos, entendi que devo estar ao lado dele em todos os momentos, mais ainda quando o fracasso parece inevitável. Afinal, parafraseando um grande amigo, “se você acha que seu time vai perder, ele vai perder; vá ao jogo assim mesmo”. Pela camisa alviverde, entendi que era preciso lutar, se manifestar e protestar contra tudo e contra todos que se colocarem contra ela.

Foi pelo Palmeiras, razão de viver, que eu percebi ser possível sentir saudade até do que eu não vivi. É por ele que me imagino presente em ocorrências de décadas passadas. É por ele que falo sobre 1942 como se lá tivesse estado. É por ele que suponho meus antepassados pegando em armas e nas trincheiras para expulsar a escória. É por ele que aprendi a conhecer a história e reverenciar os que se foram.

É por este campeão sem fronteiras que conheci o Brasil – e algumas partes do mundo. Foi atrás deste “time de massa” que segui tantas vezes do Norte ao Sul, do Nordeste ao Centro-Oeste. Com o maior campeão nacional de todos os tempos, desbravei o país de carro, de ônibus ou pelos ares. Por este clube de todos os povos, fui a cidades que jamais iria conhecer se não fosse pelas 11 camisas verdes que sempre haverão de ascender ao gramado.

O Palmeiras me deu os melhores amigos que alguém poderia ter. Amigos que ao meu lado estiveram, estão e estarão nos momentos mais intensos, felizes ou infelizes, da minha existência. Porque não pode haver amizade mais sólida do que aquela que se constrói na arquibancada. É ali que se conhece o melhor e o pior de um ser humano. É ali que se forma caráter, e só entende o significado de uma amizade forjada no cimento de um estádio quem vive o futebol como nós vivemos.

Neste 26 de agosto de 2014, 100 anos transcorridos desde a fundação da Società Sportiva Palestra Italia, gostaria de agradecer imensamente aos senhores Ragonetti, Cervo, Marzo e Simone por terem mudado a minha vida e a de milhões de palmeirenses pelo mundo. Obrigado, senhores!

Obrigado, ainda, a todos os que fizeram o Palestra/Palmeiras crescer ao longo destas dez décadas. Aos que fizeram prosperar um clube vocacionado para as vitórias, aos que resistiram bravamente em 1942, aos que criaram grandes esquadrões, a todos os homens que fizeram engrandecer a nossa Sociedade Esportiva. Aos ídolos imortais, aos craques de uma temporada só, a cada um que honrou o manto alviverde. Aos treinadores, aos dirigentes, a todos os profissionais que lutaram pelo bem do Palestra. E também aos adversários e inimigos que sempre haverão de sucumbir diante do Alviverde Imponente.

Por fim, meu eterno e sincero reconhecimento a todos vocês com quem tive a honra de dividir a arquibancada ao longo das últimas décadas. A todos os que fizeram parte dos momentos mais inesquecíveis da minha vida nestes quase 800 jogos em 63 estádios e contra 116 adversários distintos. Aos grandes amigos que levo comigo para todo o sempre, a cada um dos conhecidos ou desconhecidos que abracei após cada gol, a todos aqueles que empurraram o gigante Palmeiras a vitórias possíveis e impossíveis.

A todos vocês, muitíssimo obrigado!

E obrigado, muito obrigado, Palmeiras. Do fundo do coração. Pelas vitórias e pelas derrotas, pelos títulos e pelos fracassos, pelas tardes de sol e pelas noites chuvosas. Pelo mundo que eu conheci por te amar tanto assim. Pelos amigos e inimigos que fiz. Pelas brigas que comprei e pelo tanto que lutei e ainda vou lutar. Obrigado. Pelos meus princípios. Pelo meu caráter. Pela certeza de que tudo isso vale a pena. Pelos valores que você me transmitiu. Pela pessoa que eu sou, pelo que penso, pelo que faço.

Que venham mais 100 anos. Que o Palmeiras, gigante como nenhum outro, seja Campeão de outro Século. Que seja sempre o Alviverde Imponente. Que seja sempre e cada vez mais Palmeiras.

Avanti Palestra!

25 agosto 2014

Reabrem-se as cortinas

*por Felipe Giocondo

Somos efêmeros. Vivemos pouco para tudo o que é preciso vivenciar. E talvez por isso a história seja sempre tão presente. Tomamos fôlego no passado para correr no futuro. Felizes aqueles que reconhecem seus erros e exaltam suas façanhas. Assim, somos melhores a cada dia. Quem sabe de onde veio saberá para onde ir.

2014 

A pedra fundamental do Palestra Italia tinha um objetivo claro: era preciso que um clube de futebol abraçasse o povo italiano em São Paulo. Não surgimos para segregar, sim para unir. Um em cada quatro paulistanos da época eram italianos, ou filhos. Oriundi, diziam. Discriminados como foram os nordestinos que desembarcaram na cidade na segunda metade do século passado. Como os africanos e chineses dos últimos anos. Como os bolivianos e haitianos de hoje.

O Palestra Italia surgiu deste sentimento. Naturalmente, cercou-se de início entre os seus semelhantes. Mas a Itália era pequena para a ambição do Palestra Italia. A cidade de São Paulo, idem. O estado logo foi superado. Difícil precisar exatamente quando. Porque, sabemos todos. Mas o Palmeiras, em pouco tempo, era Brasil.

Devo ser pretensioso, mas certo de ser preciso. Não há, em nenhum recanto do país, em nenhum discurso populista, em nenhuma preferência editorial, um clube mais genuinamente brasileiro do que o Palmeiras. E dobro a aposta.

Por 1942 e a bandeira empunhada. Por 1951 e o país vingado. Por 1965 e o Mineirão em festa.

Por ter 9 milhões de torcedores fora do próprio estado, ou por ser a camisa mais envergada Brasil adentro. Pelos seus inúmeros homônimos, todos, claro, em homenagem ao principal. O Palmeiras é um estandarte do país. Um pavilhão nacional.

Passamos a régua nos cem primeiros anos, vitoriosos e orgulhosos. Desnecessário repisar cada trecho épico dessa jornada. Necessário apenas dizer que tudo isso deriva de nossa vanguarda, do olhar pra frente que sempre nos acompanhou.

Mas nunca, jamais, podemos esquecer-nos de onde viemos. Só estacionamos quando deixamos de lado quem somos e a quem pertencemos.

Parabéns, Palmeiras. Cem anos de histórias, lutas e glórias.

2114 

O Palmeiras manteve-se leal a suas tradições e voltou a abrir os braços para o povo brasileiro. Nosso alviverde imponente rompeu com o pensamento retrógrado que permeava algumas de suas principais fileiras. Assumiu sua essência forjada em seu primeiro século de vida. Uniu e convergiu sua torcida.

O Palmeiras, em seu segundo século de vida, foi progressista. Quebrou o padrão engessado em cifras, aboliu as expressões mercadológicas do seu dia a dia. Isso não resultou, em momento algum, em times fracos e cofres vazios. Pelo contrário, o Palmeiras é hoje o clube mais rico deste país. Isso porque entendeu, antes de qualquer outro, que a essência do futebol é o torcedor. A paixão é algo de fora para dentro. O dinheiro não é meio, é fim. Quando soube respeitar a paixão dos seus aficionados, essa tropa só cresceu e se aproximou mais.

O Palmeiras confirmou sua vocação. É um time de massa, mas, essencialmente, um time de todos os povos. Abençoado o dia em que compreendeu isso plenamente. Feliz o ano em que o presidente não tinha sobrenome italiano. E nada contra a Itália, por favor. Mas foi nesse dia que tivemos a certeza que o Palmeiras elegeria o melhor para seu futuro, fosse ele europeu, nordestino, oriental ou tupi.

Os inúmeros títulos abarrotaram nossa imensa sala de troféus. Mas isso ainda é pouco, perto do orgulho que estampa o rosto de cada palmeirense. Os ídolos, abundantes no primeiro século, foram mais raros neste segundo. Sobre isso não podemos fazer nada, são os tempos. O importante, mesmo, é que a cada novo ano a camisa se sobressai ainda mais, porque é por ela que torcemos. Eles que joguem. Os onze são importantíssimos, mas os milhões do lado de fora são o essencial.

Parabéns Palmeiras. Duzentos anos de respeito, dedicação e amor ao seu torcedor.

21 agosto 2014

Paulo Nobre e o centenário arruinado

Leitores, conhecidos e amigos têm me procurado para pedir que eu escreva sobre a situação a que fizeram chegar o imponente Campeão do Século XX no mês de seu centenário. Digo, pois, que a incompetência de Paulo Nobre tem-me feito tão mal que consigo reunir forças apenas e tão somente para ir aos jogos e lá fazer a parte que me cabe. O bloqueio criativo às vésperas dos 100 anos do Palmeiras diz muito e me impede agora de produzir algo minimamente decente. A bem da verdade, não conseguiria acrescentar muita coisa ao texto que produzi recentemente para o 3VV (Paulo Nobre e o centenário arruinado). Se tanto, consigo acrescentar apenas o compêndio de propostas que, necessárias e imediatas, deveriam ser tomadas hoje por aquele que preside o Palmeiras:

Paulo Nobre: Agenda para esta quinta-feira

Dada a incapacidade administrativa que marca sua gestão desde o primeiro dia, presidente, estamos aqui para auxiliá-lo na tomada de decisões que devem ser executadas ainda hoje. Ou cairemos novamente, caso não tenham te avisado. 

Antes de continuar, contudo, queremos ressaltar que o senhor falhou. Fracassou. Arruinou um pouco da esperança que tínhamos. Que em breve chegue o dia do seu adeus a nosso clube e que o faça ainda na primeira divisão. Não se esqueça de levar o entulho que trouxe de Itaquera com você, aliás.  
Portanto, pegue papel e caneta e anote:

1. Demissão imediata de Brunoro e Feitosa.
a. Para seus lugares você contratará ainda amanhã um ex-jogador identificado com o clube para acompanhar as coisas lá do campo. Para o cargo administrativo, já que não escuta ninguém, você assume a bronca e dá a cara a tapa.

2. Devolução imediata dos atletas Bruno César, Josimar e qualquer outro que estiver por empréstimo. mas sequer consegue jogar nesse time horroroso que o senhor montou.
a. Para seus lugares, suba os moleques da base que tem vergonha na cara, já que a janela, presidente, a janela de transferências JÁ FECHOU. 


3. Separação dos atletas Leandro e Wesley por deficiência de caráter, de vontade, de “sangue na veia”.

4. Redução do preço dos ingressos já para a próxima partida, contra o Coritiba:
a. Tobogã: R$ 1
b. Arquibancada: R$ 5 

c. Laranja: R$ 10 
d. Os demais setores, faça o que quiser. Sugerimos cobrar R$ 1.200 pela cadeira azul, INCLUSIVE de conselheiros. 

5. Pergunte ao Ricardo Gareca se:
a. Quer ficar?
i. Sim! Dê o apoio necessário em uma entrevista coletiva anunciando tudo isso que está acima.
ii. Não! Contrate um veterano, experiente, que saiba lidar com times nessa situação imediatamente. Pague o que for preciso, agora não é hora pra economia. Anuncie em uma entrevista coletiva, com tudo isto que está acima.

b. O que mais precisa aqui?
i. Aceite toda e qualquer solicitação. Se for preciso trazer o Ronaldinho Gaúcho, que traga. Se for preciso dispensar 11 atletas, dispense. Se ele pedir que renuncie, o faça.

6. Reunião imediata com sua diretoria para determinar que:
a. Uma pessoa irá todos os dias à CBF analisar a tabela, nossos horários de jogos etc.
b. Outra irá todo dia a Comissão de Arbitragem lembrar todos os erros contínuos e constantes que acontecem contra nós. 

c. Um terceiro garantirá, em visitas diárias ao STJD, que não sofreremos punições absurdas.
d. Mais um irá a Rede Globo, mas desta vez com outro discurso: garantir que fique tudo como está e que eles NÃO transmitam mais nenhum jogo nosso esse ano. Chega de vexame nacional. 


7. Assim que fizer tudo isso, em prazo recorde, sugerimos que anuncie sua renúncia. Será nossa única alegria neste centenário.

DISSIDENTI


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Por fim, digo a vocês que venho apontando a inconsistência da gestão deste moleque mimado desde o começo do ano passado. Era possível ter evitado tudo isso desde o início. Deixo aqui alguns deles:

P.F.S. 

O exército da austeridade 
ROI*
Artigo 1º 
Questão de postura 
Compromisso com o erro (de novo!)
#centenariopopular 
O centenário arruinado 
A incompetência em números 
Paulo Nobre, o juvenil
Carta aberta ao presidente