27 junho 2013

As histórias do Choque-Rei

























Eis aqui um bom exemplo de TCC que virou produto editorial. Dois jornalistas formados pela UNIBAN, Gabriel Lopes Vieira (palestrino) e Renato Ferreira de Souza (adepto do clube do Jd. Leonor), se uniram para escrever um livro-reportagem sobre a rivalidade entre Palmeiras e SPFW - tendo 1942 como uma das motivações primárias. O livro, no entanto, não envereda muito por esse tema (já destrinchado pelo Galuppo e pelo Celso), e se preocupa mais com a reconstituição dos embates entre os inimigos e da animosidade entre eles.

Com uma diagramação bastante simples (mas eficaz) e uma narrativa episódica, a obra não traz necessariamente nenhuma grande revelação (nem seria possível), mas tem o mérito, por si só notável, de compilar todo o registro histórico dos duelos entre Palmeiras e SPFW desde 1936.

O livro traz os seguintes capítulos:

-História
O surgimento dos dois clubes, o início da rivalidade, o Jogo das Barricas, a Arrancada Heróica, o porquê do nome Choque-Rei...

Jogos importantes
Está evidente, não?

Personagens
Entrevistas e depoimentos de alguns jogadores que defenderam os dois clubes: Zetti, Antonio Carlos, Turcão, Mário Sérgio, Edu Bala, Müller, Evair (que dor no coração...), Elivélton.

Jogadores
Os que defenderam as duas camisas ao longo da história. Sem entrevistas dessa vez, mas com todos os números.

Técnicos
Brandão, Telê e outros que estiveram lá e cá.

Estádios
Todas as canchas (com foto, ficha técnica e resumo do confronto) que tiveram a oportunidade de sediar o Choque-Rei.
Aqui, uma nota pessoal: Palmeiras-SPFW já foi disputado em 17 estádios diferentes. Tive o privilégio de ver o Choque-Rei em quase todos, à exceção daqueles que ou não existem mais ou receberam o clássico em décadas muito idas. Vejam:
Pacaembu - OK
Jd. Leonor - OK
Palestra Italia - OK
Prudentão - OK
Santa Cruz - OK
Teixeirão - OK
Pq. São Jorge - não
Arena Barueri - OK
Anacleto Campanella - OK
Canindé - OK
Brinco de Ouro - não
Luís Augusto de Oliveira, São Carlos/SP - não
Rua da Mooca - não
Estádio do Café, Londrina/PR - não
Willie Davis, Maringá/PR - não
Morenão, Campo Grande/MS - não
Ramón de Carranza, Cadiz/ESP - não

Fichas técnicas
De 1936 a 2012, todos os duelos.

Curiosidades e estatísticas
É isso!

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Onde comprar: eu achei na Livraria Cultura do Cj. Nacional (não me lembro quanto paguei), mas o livro é editado pela Editora InHouse, de Jundiaí. Vale procurar.

13 comentários:

César SEP disse...

O melhor jogo que já assisti em um estádio foi justamente contra a bicharada no Palestra Itália, naquele 2 x 0 na semi do Paulistão 2008. Perdemos o primeiro jogo no Panetone por 1 x 2, e depois no Parque, revertemos o resultado. Lembro que aquele dia foi foda, pelo clima que se criou antes da partida, todo mundo (SPFW e imprensa) criticando nosso estádio, a festa no Palestra (pensei que a arquibancada ia cair de tanto que tremia), e a comemoração no segundo gol do Valpinga. Recentemente, conversando com um cara na Turiassu que trabalha no Palmeiras e que estava no jogo, ele revelou que foi um cara da Mancha que soltou o tal do gás no intervalo.

Pedro Henrique França Bernardes da Silva disse...

O clássico também já foi disputado no estádio Santa Cruz em Ribeirão Preto. 4x1 durante a fase de turno do Paulistão 2008.
Abs, Pedro

Gabriel Lopes disse...

Pedro, o Santa Cruz também está no livro. Aliás, é o estádio no interior que mais recebeu o clássico!

Abraço

Gabriel Lopes

Gabriel Lopes disse...

Lembrando que o livro pode ser comprado através da nossa página oficial no Facebook.

https://www.facebook.com/AsHistoriasdoChoqueRei?directed_target_id=0

Neste mês estamos vendendo com 20% de desconto pela fanpage. De R$35 por R$ 29,90!

Gostaria de agradecer, também, pelos elogios e pela indicação!

Espero que gostem!

Saudações alviverdes!

Gabriel Lopes

Anônimo disse...

milagre que vc escreveu "Pacaembu"....

não era cancha municipal?????

Barneschi disse...

É Pacaembu e é cancha municipal.

Gabriel
Parabéns pelo trabalho!

Anônimo disse...

Boa noite a todos, este é sem duvida o time que mais odeio, ladrões filhos de uma grande puta, corja de uma etnia quartocentona desgraçada, sem tradição, sem patrimônio próprio, sem caráter e sem masculinidade, time de gays enrustidos , malditos todos os tricolores, pois tenho parentes ainda vivos que estiveram em 20 de Setembro de 1942, e sentiram na própria carne o desprezo da turma do maldito porfirio da paz, do maldito paulo machado de carvalho, que tiveram a noção desgraçada de soltar 50 porcos com as bandeiras da Itália, em pleno viaduto do chá , algo imperdoável a colônia Italiana,ODIO MORTAL AOS BAMBIS E GAMBAS!
Claudio Longo!

Luan disse...

belíssimo comentário Claudio Longo!

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Pedro Pellegrino disse...

Se o título fosse São Paulo X Palmeiras, o Barneschi não compraria, rs, brincadeira.

Luan disse...

e aí Barneschi, o que você achou do joguinho combinado de ontem? só aumentou o meu nojo por essas instituições sujas e corruptas fifa e cbf

Barneschi disse...

Cara, não tem nada de combinado, mas isso não muda a minha posição de não compactuar com tudo isso que aí está.

Pattoli disse...

esse "Rua da Mooca" seria a Javari?