31 agosto 2007

Mau-caratismo sem fim

Como bem disse um amigo corintiano, "esses caras estão perdendo o controle". É fato: os genes oportunistas fazem efeito cada vez maior sobre o comportamento da escória do Jd. Leonor. Primeiro, temos Bosco, o canalha que fingiu em dose dupla na noite de quarta-feira (cliquem aqui e vejam o vídeo). Na seqüência, um dos diretores leonores vem a público para condenar a atitude da nossa diretoria, de processar o cara. Como se não fossem eles os responsáveis por iniciar toda essa batalha jurídica, né? É de um mau-caratismo sem precedentes.

30 agosto 2007

A melhor defesa é a arbitragem


Crédito: http://www.palmeirasnet.blogspot.com

É notável a competência dos caras. Não se pode contestar uma defesa que sofre apenas 7 gols em 22 jogos, marca assustadora.

Todos sabiam que eles atuariam como ontem. Jogo de segurança, defesa firme, à espera de uma chance para matar a parada na frente.

A competência se fez notar também no ataque dos caras. A mesma que faltou ao nosso na etapa final. Muitas foram as oportunidades de empate; pouco adianta se não houver qualidade.

Pontos positivos: a pressão, a força da torcida e as muitas chances criadas contra uma zaga quase intransponível.

Ponto negativo: a ineficiência nas finalizações.

Ao final, a certeza de que, contra os vulneráveis Cruzeiro, Botafogo, Vasco, Santos e Grêmio, temos totais condições de buscar uma vaga na Libertadores.

(In)Competência à parte, falemos da arbitragem.

Tentarei, enquanto escrevo, deixar a revolta restrita aos minutos finais da noite de ontem. Faz bem para a saúde.

Se vai ficar marcado pela força da defesa (que só encontra precedente no Palmeiras-73), o campeão brasileiro de 2007 deve muito também às arbitragens, complacentes e sempre benevolentes com o clube que é especialista no jogo de bastidores.

Que tal começarmos pela marcação de faltas?

Vejamos:

O atacante que veio da Brisa é intocável. Basta chegar perto e a falta é marcada. Bem típico. Mas o que mais incomoda é notar que o centroavante dos caras também se vale do mesmo precedente.

Em compensação, eles podem bater à vontade. O mau-caráter da camisa 9, por exemplo, tem liberdade total. Bate, bate e bate. Tira o Valdivia do jogo e nada acontece.


Chegamos, pois, às interferências diretas no resultado.

Um pênalti, lá pelos 30 minutos. Bola na mão ou mão na bola? De onde eu estava, é impossível ter qualquer convicção. Fica a dúvida. A mesma que sempre pesa contra nós. Não à toa, o Palmeiras é o único time sem ter sequer um pênalti assinalado a seu favor transcorridas 22 rodadas.

22 rodadas e nenhum pênalti!

Poucos minutos depois, pressão e cruzamento para a área.

Gol.

Legal.

Menos para o bandeirinha.

Se a bola passa pelos zagueiros todos e pelo goleiro, há ainda um outro obstáculo, o da arbitragem - j
uízes e bandeirinhas são implacáveis.

Uma vez mais, a oitava só neste Brasileiro, fomos prejudicados.

De novo em casa.

Os leonores, por sua vez, alcançaram a marca de nove pontos gentilmente ofertados pela arbitragem, parte considerável em confrontos diretos com os demais postulantes ao título:

3 contra o Paraná;

2 contra o Inter;

2 contra o Cruzeiro;

2 contra o Palmeiras.

Nove pontos, sem levar em conta os mais discretos.

47 - 9 = 38.

A tática de pressionar a arbitragem faz efeito.

Na dúvida, é só favorecer o mesmo lado sempre.

***

Em breve, há muito a ser dito sobre o Palestra Itália e o clássico de ontem. Muita gente se prestou a um papel ridículo...

28 agosto 2007

A genética do oportunismo

"Espero que o Ministério Público preste contas à sociedade caso aconteça algum problema. Aqui [no Morumbi], esse jogo daria 50 mil pessoas. Lá terão 20 mil. Mas não pensam no espetáculo"

O cara não podia ficar quieto. Mau-caráter que é, veio a público expor tudo aquilo que faz deles o que são: a escória do futebol.

Tal qual crianças mimadas, jogadores, dirigentes e torcedores (?) se comportam como aquele típico moleque que acaba com o jogo na rua porque é o dono da bola.

Não há escrúpulos neste apetite voraz e desmedido por contestar o direito alheio.

Mimados pela imprensa, que diz amém a tudo o que vem daquele "moderno" antro de podridão, os caras pensam que podem dizer o que bem entendem sem arcar com as conseqüências.

Exigem veto a juízes, pedem a interdição de estádios, solicitam punição a jogadores que nem cartão amarelo receberam, choram sem motivo, aliciam atletas de outros clubes, primam pela total e completa falta de ética... e agora chegam ao cúmulo de contestar o direito de mandar na nossa casa o clássico de amanhã.

Não poderia haver símbolo maior para o mau-caratismo leonor.

A imagem de jogador esclarecido em meio a tantos ignorantes é fachada e nada mais, tanto quanto a balela de planejamento, modernidade e organização que camufla a origem do clube do Jd. Leonor.

Símbolo atual dos caras, o camisa 1 herdou a genética de criaturas como Laudo Natel e Adhemar de Barros. E também a dos infelizes que foram escorraçados da nossa casa naquele glorioso setembro de 1942.

Falar em clássico no Jd. Leonor é de uma canalhice extrema, que ignora o direito de um clube ao mando de campo. É também uma atitude que demonstra todo o oportunismo de uma gentalha que vê em suas ambições escrotas uma desculpa para contestar o direito alheio.

"Ministério Público"? "Prestação de contas à sociedade"?

Bravatas despropositais logo cairão no esquecimento.

O Palestra Itália, histórico e limpo de campo de batalhas, permanecerá.

A história nos dá a dignidade necessária para seguirmos no caminho oposto ao da sub-raça. O que nos opõe a 'elas' é a maior conquista dos 93 anos da Sociedade Esportiva Palmeiras. Eis o que nos fortalece.

É amanhã!

A casa é nossa!

27 agosto 2007

Presente de aniversário

Vitória no sufoco em Floripa - a oitava em 10 - e um belo presente de aniversário. Outros resultados deixaram a desejar, mas chegamos ao G-4 mesmo contra a arbitragem e os nossos próprios tropeços.

Temos agora três jogos fundamentais, justamente contra os inimigos à nossa frente. Dois fora e uma guerra em casa. Três rodadas para decidir a nossa sorte no campeonato.

Palmeiras, minha vida é você!

***

BREVES
1. Como nos dois anos anteriores, há os alienados que vêm dizer que o Jd. Leonor seria melhor para sediar o clássico e baboseiras do tipo. Esquecem que o mando é nosso, e que nós temos o nosso estádio, o mesmo que 'elas' tentaram invadir 63 anos atrás. Se o mando é nosso, o jogo é na nossa casa.

3. Comemorar o aniversário do clube é uma iniciativa de poucas torcidas, essencialmente daquelas que cultuam a própria história. Comemorar títulos é fácil, e qualquer aproveitador barato sabe fazer. Estar ao lado do clube em todos os momentos é para poucos. Questão de dignidade. Simples assim. Bem ao contrário de quem nem sabe o dia em que o clube foi fundado - e ainda acha bonito dizer isso. Podem me cobrar: um certo dia detestável de dezembro passará em branco uma vez mais. Como todos os outros...

4. Os presentes ao almoço de aniversário do Palmeiras ontem na Papa Genovese puderam atestar um novo recorde de consumo de massas em uma única refeição: 2,9 quilos. Parabéns, Vitor!

26 agosto 2007

O amor é verde



06.06.2000

Noite em que o Palmeiras foi um pouco mais Palmeiras.

Noite inesquecível, épica, memorável...

Há quem passe pela vida sem viver algo assim.


Ser palmeirense é um privilégio.

De noites como esta, que valem por toda uma vida.


O AMOR É VERDE
"Esse amor imenso
Flor da emoção
Num Jardim Suspenso
Pela paixão
Todo dia eu sou campeão!"


Parabéns e obrigado, Palmeiras!
93 ANOS

24 agosto 2007

De olho no apito

Aconteça o que acontecer no domingo, o torcedor palmeirense terá um desgosto enorme. Vejam vocês que, pouco mais de um ano depois, voltará a arbitrar um jogo nosso o sujeito que atende pelo nome de Wilson de Souza Mendonça.

Tanto tempo depois, estaremos novamente diante do árbitro que armou um contra-ataque e inventou um pênalti para o nosso maior inimigo em uma decisão de Libertadores.

Reencontro longe de casa. E no dia do nosso aniversário!

Pelo que fez, este sujeito deveria ser excluído do futebol. Ou ao menos dos nossos jogos.

Nada disso aconteceu e, o pior, poucos lembrar-se-ão do ocorrido naquela noite de maio.

Levando em conta o momento, é bom ficar de olho: temos oito atletas pendurados e uma guerra na próxima quarta-feira.

Terá sido mais uma coincidência?

***

ASSESSORIA DE IMPRENSA
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
[[INFORMAÇÕES SOBRE O CLÁSSICO ENTRE PALMEIRAS X SÃO PAULO]]

Os 20 mil ingressos colocados à disposição para a partida entre Palmeiras e São Paulo, que será realizado na próxima quarta-feira, dia 29 de agosto, às 21h30, começam a ser vendidos neste DOMINGO, das 10h às 17h, nos seguintes postos de venda: estádio Palestra Itália, loja Ponto Verde [rua Turiassú, nº. 1350], estádios do Pacaembu, Canindé, Ibirapuera e Bruno José Daniel [em Santo André], além dos mais postos do Ingresso Fácil [www.ingressofácil.com.br].

É importante destacar alguns pontos: a entrada pela avenida Francisco Matarazzo estará fechada para as duas torcidas. Os torcedores do Palmeiras, inclusive os das torcidas organizadas, entrarão somente pela rua Turiassú. Já a torcida do São Paulo entrará pelo portão destinado ao time visitante, pela rua Padre Antônio Tomáz.

No dia do jogo, quarta-feira, 29 de agosto, as bilheterias do estádio Palestra Itália ficarão abertas somente até às 16h.

Os preços também sofreram reajustes: arquibancadas custarão R$ 30, numeradas cobertas, R$ 60; e numeradas descobertas, R$ 50.

23 agosto 2007

Só agora?

O papelão da TJF no Parque (queimar faixa do próprio time no estádio do inimigo é fato inédito) despertou a revolta do major Marcelo, aquele mesmo que nos negou escolta voltando do Rio, três meses atrás. O sujeitinho que paga agora de justiceiro é o mesmo que nos ameaçou na saída do Maracanã, enquanto descíamos a rampa da Uerj.

De volta ao Maior do Mundo, contra o Flu, a Mancha foi vítima de nova arbitrariedade. Teve os seus materiais vetados - só pudemos entrar com as roupas - e ficou retida na Serra das Araras, tendo chegado apenas no segundo tempo. Justificativa do major Marcelo? Nenhuma. Hipótese mais provável? Retaliação pelas críticas feitas ao policiamento carioca por ocasião do incidente da abertura do Brasileiro.

Por uma terrível coincidência, viemos a perder o nosso irmão naquele mesmo dia, após três meses de luta. E não pudemos entrar com nossas faixas e bandeiras simplesmente por termos dito que a PM carioca fora negligente, nos largando na Dutra para que os bandidos da TJF brincassem de tiro-ao-alvo.

Impunidade?

Negligência?

O que é isso?

Agora fica fácil proibir TJF, FJV e Ira.

O próximo passo é importar os campos de concentração aqui de SP.

Como se fosse resolver alguma coisa...

22 agosto 2007

Contra-ataque

Como agora temos uma assessoria de imprensa competente, os babacas do Jd. Leonor não ficam sem resposta. O tal de Kalil abre a boca para vomitar merda, e toma o contra-ataque. O espaço para a briga pública é cedido pelo Painel FC:

Dividida
Em 15 anos, o Palmeiras teve apenas dois patrocinadores. Já o clube do Jardim Leonor, vive de fazer troca-troca.
De GILBERTO CIPULLO , vice-presidente de futebol do Palmeiras, em resposta aos são-paulinos sobre o clube ter perdido o patrocínio da Pirelli

17 agosto 2007

Dia 29! É no Parque!

Os alienados do Jd. Leonor virão novamente ao estádio de onde já foram escorraçados inúmeras vezes desde o Ano Santo de 1942. O tratamento concedido a esta sub-raça tem de ser o mesmo de sempre. Que sintam o nosso ódio cada um dos 2 mil lixos que resolverem comparecer à nossa casa.

Sem trégua!

Será mais uma noite de guerra no Palestra!

***

Para liberar o clássico no Parque, a PM fez uma série de exigências, incluindo rua específica para a torcida visitante. Esquecem que sempre foi assim, e esta é uma das grandes vantagens do nosso estádio. Bem ao contrário do inacessível Jd. Leonor, que proporciona aos visitantes o pior dos mundos (vide os jogos da Libertadores em 2005 e 2006; só ficamos bem porque somos Palmeiras e 'elas', a sub-raça).

16 agosto 2007

É proibido torcer



Rio. Maracanã pós-Pan.

Não demora muito e logo será proibido gritar gol.

"O futebol exige silêncio.
Para o conforto de todos,
não grite ou se exalte"

14 agosto 2007

Belo presente de aniversário

A covarde diretoria do Palmeiras prepara um presente todo especial para os 93 anos do clube, em 26 de agosto. Repetindo o que já houvera feito em 2006, planeja matar o nosso mando de campo contra o inimigo do Jd. Leonor.
Em 29 de agosto, uma quarta, três dias depois de comemorar mais um ano de vida, o Verdão deve entrar em campo para enfrentar seu maior inimigo em algum campo qualquer do interior.
Portanto, amigo palestrino, pode riscar o Pacaembu desta sua tabela de bolso. Vão matar o nosso mando de campo. E, por ser durante a semana, também o nosso prazer de lutar contra a gentalha imunda.

13 agosto 2007

É só jogar bola

Sobrou em BH a sorte que nos tem sido tão ausente. Como se não bastassem as três bolas na trave, até o bandeirinha tratou de impedir que fôssemos roubados pelo oitavo jogo seguido.

Vitória importante, outra a amenizar os estragos causados pela vexatória campanha como mandante.

Domingo, por sinal, voltamos à nossa casa. Contra o Flamerda, que sempre resolve encher o saco nesta eterna luta para não cair.

É de se esperar que a situação seja outra no returno.

Jogar em casa não pode ser um tormento.

Chega da ladainha de que o Verdão não se dá bem no Palestra. A história está aí para provar o contrário, e não é um momento desfavorável como este que pode apagar toda a identidade entre time, torcida e estádio.

Basta jogar futebol e parar de jogar a culpa no torcedor.

10 agosto 2007

Respeito a qualquer custo

Já são sete jogos seguidos saindo de campo com ao menos um roubo para a nossa já imensa coleção. O Palmeiras se consolida cada vez mais como o time grande mais vitimado pelos malditos seres que antes se vestiam só de preto.

A lista completa dos roubos recentes deste Brasileiro está aqui.

A estes seis anteriores, deve ser acrescentado o jogo de ontem.

Não que o Verdão tenha jogado bem e merecido a vitória, mas é fato que a arbitragem teve efeito direto no resultado - uma vez mais.

A má intenção se fez notar logo a 1 minuto. Pênalti claríssimo, escandaloso, gritante... e nada de o árbitro marcar.

(Aliás, o Palmeiras não teve sequer um pênalti marcado a seu favor em todo este primeiro turno do Brasileiro, como observado neste post.)

Por sorte (ou não), a jogada seguiu. E veio o gol.

Depois, um time recuado, medroso, sem ambição.

O empate seria o resultado mais justo, mesmo a partir de uma cobrança de falta impossível de entrar, como aquela que entrou.

Justo pelo que fizeram as duas equipes.

Mas quem disse que o juiz está lá para assegurar essa tal justiça?

Eis que o sujeito resolveu não marcar outro pênalti, já aos 44 minutos do segundo tempo!

Mais dois pontos roubados na nossa casa!

Na dúvida, é só apitar contra o Palmeiras.

Ninguém faz nada, ninguém fala nada...

E os leonores, ajudados rodada após rodada, é que vêm reclamar.

Tudo errado!

***

Ah, e já estou cansado de desculpas esfarrapadas, seja dos jogadores, seja do sr. Caio Jr.!

09 agosto 2007

É dia 29!

O Brasileiro acabou ontem, junto com a comprovação de que o Botafogo é uma fraude. Para alegria dos que defendem esta maldição de pontos corridos, o SPFW vai levar de novo. Vibrem, pois, junto com a gentalha dos 5 mil por jogo.

Fácil está chegar à Libertadores, e temos condições para isso.

Por ora, no entanto, só exijo uma coisa: a vitória no próximo dia 29!

É guerra, sempre!

08 agosto 2007

O privilégio de ver Edmundo

Primeiro, a reportagem:


Fonte: Palmeiras Net

Depois, o breve registro de que é um privilégio enorme ver Edmundo jogar. Ainda hoje. Não apenas por ser um ídolo que se prepara para encerrar a carreira vestindo a camisa 7 do Palmeiras, mas também por lances dos quais só um craque é capaz.

É bom vê-lo jogar.

O Maracanã só amplia este prazer.

Azar de quem não enxerga isso...

O choro e o eco

Post do Observatório Verde.

É pra ficar de olho.

07 agosto 2007

Se é pra reclamar...

Os leonores esperneiam pela escalação do árbitro do jogo de amanhã, contra o Botafogo. Mimados que são, pensam ter o direito de vetar um árbitro. Se é assim, por que não pedem o veto aos árbitros que já inventaram sete pontos e esta liderança fictícia a favor 'delas' neste Brasileirão? Aí ninguém abre a boca, né?

Se vale esta choradeira , o que dizer então do Palmeiras, que foi roubado em quatro dos últimos seis jogos que disputou?

Aliás, é bom relacionar os erros (?):
19.07 - Palmeiras 2 x 2 Santos/SP
O segundo gol do Santos nasceu a partir de uma falta inventada.

22.07 - Paraná/PR 1 x 0 Palmeiras
Valdivia, em posição legal, marca. O gol é anulado pelo bandeira.

01.08 - Palmeiras 1 x 2 Sport Recife
Pênalti inventado a favor dos pernambucanos.

05.08 Fluminense/RJ 0 x 1 Palmeiras
Para o Gaciba, falta fora da área vira pênalti.


Sobre este último, inclusive, tivemos total convicção de pênalti lá no Maracanã, mas isso ocorreu a uma distância de 150 metros de onde estávamos. Impossível ver com clareza. Depois, pela TV e em uma imagem semelhante à do Gaciba, tudo fica bem claro.

Não pode ser coincidência...

06 agosto 2007

É este o time!

Vencemos. Com sustos, com o juiz errando de novo (e eu só fui ver isso bem depois, já em SP), com milagres do nosso goleiro e tudo mais. Mas vencemos. E o time que entrou em campo é quase o ideal (na minha concepção). Aos que dizem que Edmundo e Valdivia não podem jogar juntos, a resposta foi bem dada. O mesmo vale para quem contesta o nosso camisa 7, ídolo e craque deste elenco atual.

Talvez com uma mudança na zaga (David é o que temos de melhor) e na lateral (Wendel ou Paulo Sérgio, tanto faz), o time é este. Chega de experiências, rodízios e mudanças abruptas. O momento é propício para ganhar ritmo de jogo e se distanciar do pelotão da mediocridade. Na virada do turno, o Palmeiras parece enfim ter um time pronto.

Basta parar de tropeçar em casa.

Vencer o Inter, quinta, é obrigação!

***

RIO, CIDADE SEMPRE MARAVILHOSA

Grande fim de semana este.
Em breve, fotos e histórias do bonde.

03 agosto 2007

Rio, aí vamos nós


Edmundo está de volta, e o Maraca costuma nos trazer sorte.
Depois do Fla, agora é a vez do Flu. O Rio é todo nosso!

A cariocada de sempre

FSP, hoje:

Com júri a favor, Dodô é absolvido de doping

Com os votos de quatro auditores que torcem pelo Botafogo, o atacante Dodô foi absolvido de doping ontem à noite, por 5 a 3, pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Entre os que absolveram o jogador, dois auditores eram conselheiros do clube carioca. A sessão durou mais de quatro horas e foi acompanhada por dirigentes e integrantes de organizadas no plenário lotado do tribunal, no centro do Rio.

02 agosto 2007

FORA CAIO JR.!

É do conhecimento de todos que eu sempre defendi a permanência do Caio Jr., fossem quantas fossem as derrotas, eliminações e mesmo as falhas do nosso técnico. Mas tudo tem um limite, e o meu chegou ontem. A atuação dele antes e durante esta vexatória derrota para o Ixpót é passível de demissão por justa causa.

A começar por deixar de fora o principal jogador do time, mas também pelas opções equivocadas na escalação da equipe (3 zagueiros de novo, laterais errados, substituições questionáveis e atrasadas). O resultado de tanta cagada está aí: derrota em casa, de virada, para um pequeno que tomou 5 a 1 em casa no domingo. Pior: os caras jogaram 90% do jogo com 10 homens e outros 20 minutos com apenas 9.

Nem assim os comandados de Caio Jr. conseguiram vencer.

Tomaram dois gols escrotos (não foi pênalti, mas nós temos de considerar que o Palmeiras sempre começa o jogo com um roubo contra) e deixaram de golear para tomarem uma virada inexplicável dentro de casa.

O que se viu ali de trás do gol no segundo tempo, por sinal, foi um espetáculo deprimente. A bola ia da direita para a esquerda e voltava para a direita sem que alguém conseguisse penetrar e/ou levantar a bola pelas pontas. Chutes truncados, cruzamentos errados, passes tortos, bolas na fogueira. E escanteios batidos só no primeiro pau (ninguém treina isso, porra?).

Um time acéfalo, sem ter alguém para pensar. Enquanto isso, Edmundo, sopro de consciência neste amontoado, ficou de fora, por opção do treinador.

Motivo suficiente para perder a paciência.

FORA CAIO JR.!

***

O susto que tomamos ao ver o público divulgado pelo placar ontem (6.228 pagantes) foi só isso mesmo: um susto. Depois, nos vestiários, a assessoria de imprensa veio com a retificação. Difícil entender como podem ter cometido este erro, mas eis aqui os números reais:

Renda: R$ 184.340
Público: 12.009 pagantes

01 agosto 2007

Tudo por uma crise

Um relativo clima de paz insiste em rondar a Academia de Futebol. Faz tempo - desde a vitória sobre os gambás - que nos livramos de qualquer sinal de crise. Eis, no entanto, que Caio Jr. resolve pisar na merda assim sem mais nem menos.

Ao deixar Edmundo fora do time titular e também do banco de reservas, o técnico palmeirense pode ter dado início a mais uma daquelas crises que só existem no Parque Antártica.

E não faz o menor sentido, visto que este jogo contra o Sport era um daqueles para golear, fazer saldo e já pensar no próximo desafio, este sim complicado, domingo, no Rio.

Deixar o Animal de fora é punir o próprio Palmeiras.

É jogar contra o torcedor.

E sem explicação.

Até porque Luís, o desajeitado centroavante que só faz gol quando a bola bate nele, e o marido da Hortencia não poderiam sequer pisar o mesmo gramado que o Animal.

Aliás, é inaceitável a postura de certos palmeirenses, que se valem de uma única atuação ruim de Edmundo para desmerecer tudo o que ele já fez por nós. 97 gols, 211 jogos, títulos, jogadas mágicas, boas atuações neste ano (já esqueceram dos 3 a 0 nos caras?)...

Tem nego que ainda ousa xingar quando ele erra um passe. Vai ver preferem o esforçado Luís e seus três gols de canela...

É bom que a vitória desta noite venha sem sustos.